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Para Ver-"Anjos na América" de Mike Nichols(2003)
A década de 80,especialmente para quem a viveu na juventude foi sem dúvida uma época mágica,nostalgias à parte;especialmente no Brasil redemocratizado,que vivia uma abertura política e de costumes nunca antes vistas.
A famosa cena final
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Eu levo o seu coração comigo-e.e.cummings(1894-1962)
meu coração) eu nunca estou sem ele (a qualquer lugar
que eu vá, meu bem, e o que que quer que seja feito
por mim somente é o que você faria, minha querida)
tenho medo
nenhum mundo (pois bonita você é meu mundo, minha verdade)
e é você que é o que quer que seja o que a lua signifique
e você é qualquer coisa que um sol vai sempre cantar
aqui está o mais profundo segredo que ninguém sabe
(aqui é a raiz da raiz e o botão do botão
e o céu do céu de uma árvore chamada vida, que cresce
mais alto do que a alma possa esperar ou a mente possa esconder)
e isso é a maravilha que está mantendo as estrelas distantes
eu levo o seu coração ( eu o levo no meu coração)
Imagem daqui
Leitura Coletiva-"Orgulho e Preconceito"-de Jane Austen.
Jane Austen, grande escritora inglesa, escreveu romances como Razão e sensibilidade, Emma, Persuasão e Orgulho e preconceito. Perfeita na construção de seus personagens, Jane retratou a sociedade de sua época maravilhosamente. Lendo Austen é possível compreender cada detalhe da vida da época. Você já leu os textos de Jane Austen? O Fio de Ariadne e o Minha literatura agora convidam para uma leitura coletiva de Orgulho e preconceito, romance que conta a história de Elizabeth Bennet e Fitzwilliam Darcy. Assim que formarmos um grupo com seis bons leitores que resolvem topar ler o romance em até 3 semanas, divulgamos as datas de publicação das resenhas.O Minha Literatura Agora sorteará,através do site random.org uma obra de Jane Austen entre os participantes.
Imagem daqui
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Para Ler -"Viagem ao centro da Terra" de Júlio Verne(1828-1905)
La Mamma Morta -Maria Callas(da ópera Andrea Chenier de Umberto Giordano)
La mamma morta m'hanno
alla porta della stanza mia;
Moriva e mi salvava!
poi a notte alta
io con Bersi errava,
quando ad un tratto
un livido bagliore guizza
e rischiara innanzi a' passi miei
la cupa via!
Guardo!
Bruciava il loco di mia culla!
Cosi fui sola!
E intorno il nulla!
Fame e miseria!
Il bisogno, il periglio!
Caddi malata,
e Bersi, buona e pura,
di sua bellezza ha fatto un mercato,
un contratto per me!
Porto sventura a chi bene mi vuole!
Fu in quel dolore
che a me venne l'amor!
Voce piena d'armonia e dice:
"Vivi ancora! Io son la vita!
Ne' miei occhi e il tuo cielo!
Tu non sei sola!
Le lacrime tue io le raccolgo!
Io sto sul tuo cammino e ti sorreggo!
Sorridi e spera! Io son l'amore!
Tutto intorno e sangue e fango?
Io son divino! Io son l'oblio!
Io sono il dio che sovra il mondo
scendo da l'empireo, fa della terra
un ciel! Ah!
Io son l'amore, io son l'amor, l'amor"
E l'angelo si accosta, bacia,
e vi bacia la morte!
Corpo di moribonda e il corpo mio.
Prendilo dunque.
Io son gia morta cosa!
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Para ver-"Carrington" de Christopher Hampton(1995)
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